E reapareço assim, quando preciso falar, botar pra fora um sentimento. Quando não tenho a quem falar, um alguém que me ouça em silencio…

Acho que preciso de mais romance, de surpresinhas aleatórias, daquele toque suave e ao mesmo tempo intenso, de palavras doces em mensagens de celular, de palavras sexys ao pé do ouvido, de não ter que tomar a iniciativa, de ser tomada num forte abraço, daquele beijo que lhe faz perder o rumo… Andar de mãos dadas, trocar longos olhares, ficar com as pernas bambas, sentir a expectativa de não saber o que vem depois…

 

Eu já passei por tantas coisas
Mas hoje eu sei
É o seu sorriso
Que me faz bem

Descobri que ao seu lado eu quero estar
Não quero mais brigar

Viver
Sonhar
Lutar
Vencer
Vamos juntos aprender

Viver
Sonhar
Crescer
Mudar
Já é hora de voltar

Aqueci meu olhar de menina curiosa

Exercitei a fundo tudo o que havia dentro da minha cabeça

IMAGINAÇÃO

Arrumei tudo em um caos ordenado

Para ter sempre espaço para mais e mais

Vi a luz e a sombra

E as ouvi também, mesmo que isso pareça algo impossível

Eternizei na mente obras que vi desmanchar-se pouco a pouco diante dos meus olhos

Fiz mapas, cartografias

Diário de bordo

EXPULSEI OS PENSAMENTOS, IDÉIAS E IDEAIS

Fui Provocada, pesquisei, pensei, aprendi

“Aqui dentro/Aqui fora”

VIVI!

 

Estou meio chateada…

Há um tempinho atrás eu tinha um vicio, fiz de tudo pra deixa-lo pra trás, e até agora estava me segurando bem, poderia dizer que nos últimos 3 meses tive um comportamento exemplar, mantendo meu foco, me mantendo longe do que me fazia tão mal, mas me peguei numa recaída…

Nessa recaída vi coisas que me incomodaram mesmo depois de tanto tempo, depois de tudo que passei, depois de todas as “mudanças”, percebi que ainda me atingem violentamente, e dói! Parece que fui bombardeada, me ludibriei de inúmeras formas, inúmeras vezes. Mas percebi que não preciso mas fazer isso, que não quero mais fazer isso e não vou!

A recaída me mostra que os obstáculos estarão sempre ali, sempre no meu caminho, me incomodando de alguma maneira. Cabe a mim 3 opções:

(  ) desviar do obstáculo

(  ) Ignorá-lo e passar por cima dele

(  ) Continuar me irritando com ele

 

 

 

Dia 1

A jornada começou no dia 9 ás 6h30m da manhã. Levantei, me arrumei, arrumei as malas, as crianças (Dennis (6anos) e Penélope (3 anos), tomamos café da manhã, deixei-os na casa da vovó de mala e cuia, peguei o carro do sogro emprestado (pois o meu não estava licenciado) e assim partimos pra estrada Eu (@garotinha_rosa), meu marido (@roo_soundness) e nosso amigo Thinello.

Saímos por volta das 9h30h rumo a Araçariguama (65km de SP), que é onde ficamos hospedados. O transito estava um pouco lento, demoramos cerca de 2 horas para chegarmos ao nosso destino inicial, descarregamos as malas do carro, comemos uma fruta.

Tudo pronto!

Bora pra Itu?

Não, não, claro que eu esqueci de um “pequeno” detalhe.

Roberta, cadê os ingressos?

Putz esqueci em Guarulhos (huahauhauahuhaua).

Volta pra casa (+ 65km).

Colocamos toda a conversa em dia, não desanimamos, nem deixamos o bom humor de lado, afinal a poucas horas estaríamos no tão sonhado Festival.

Chegamos, pegamos os ingressos e agora direto pra Itu (100km).

Chegamos ao local do evento, estacionamento lotado, faz a volta e deixa o carro no Estádio da cidade R$50,00 de estacionamento (ufa no local do evento era R$100,00). R$3,00 ida e + R$3,00 volta passagem pro ônibus nos levar até o evento.

Em menos de 20 minutos estávamos na porta, fila moderada nada que derrubasse a empolgação. Estamos dentro, depois de uma revista feita mal e porcamente e sem ninguém pedir qualquer comprovante de meia entrada.

Não podia entrar com comida e bebida (eu já tinha visto no site então nem levei) mas quem levou deixava amontoado num canto, formaram-se morros enormes de comida que foram pro lixo, pra um evento que preza a sustentabilidade pegou meio mal.

Estávamos elogiando bastante a organização do evento, tudo no horário certo, nada de grandes filas, bastante pessoal para dar informação, tudo certo, correndo as mil maravilhas, 2 palcos, sem perda de tempo, um intervalo de no máximo 15 minutos de um show pro outro.

Quando chegamos Brothers of Brazil estavam no palco, era por volta de 15h30m o publico ainda era pequeno, tinha bastante espaço pra se movimentar. Em seguida mais duas bandas nacionais Black Drawing Chalks de Goiás (http://www.myspace.com/blackdrawingchalks) e Macaco Bong do Mato grosso (http://www.myspace.com/macacobong).

Decidimos nos intalar em frente ao palco ar quando começou a lotar (que foi onde o Rage Against tocou).

Veio Infectous Groove que levantou a galera com o som pesado e as acrobacias com a baqueta que o batera fazia.

Depois veio mutantes com roupas psicodélicas, tocando clássicos como Top top, Minha menina e Ando meio desligado, show incrível, vocalização show de bola, perfeito, amei!

Entrou Los Hermanos e a fazenda Maeda foi ao delírio. A simpatia e as canções de amor dominaram a galera, dava arrepio ouvir todo mundo cantando junto, a emoção dos integrantes da banda era aparente. No repertorio tinham musicas como Cara Estranho, O vento, Todo carnaval tem seu fim e terminaram com A Flor. A galera em peso pedindo bis e gritando volta (já que a banda só se juntou para fazer esse show).

The Mars Volta conquistou o publico com as dancinhas esquisitas, solinhos incessantes de guitarra e gritinhos agudos.

Nessa hora já estávamos de frente para o palco, quase que colados na grade. Tudo certo, não fosse por eu estar quase fazendo xixi nas calças. Não teve jeito, era sair dali ou urinar ali mesmo. Saí né! Fomos ao banheiro, decidimos ir todos juntos para não nos perdemos. Assistimos Rage Agaisnt de Machine de longe, pelo telão, os meninos me xingaram um pouco ficaram meio decepcionados mas não se deixaram desanimar curtiram muito pulando e cantando junto. Depois das 3 primeiras músicas o show para, muita gente desesperada e muito empurra-empurra, a grade de segurança quase veio abaixo, as pessoas que tentavam sair do tumulto acabavam derrubando umas as outras e acabou sobrando até pra gente que estava lá no fundo. Pediram para cada um dar 3 passos largos para trás para que se reestabelesse a ordem. Tudo certo, retomaram o show, porém o sistema de som para o publico cai por duas vezes, muita gente gritando e xingando (a frase mais ouvida durante o festival foi SWU vai tomar no #@*!), mas a banda da tudo de si em cima do palco pra levantar a galera e show termina como tinha de ser com Killing in the name.

Subimos rumo a saída para procurar os ônibus para que pudéssemos voltar para o estacionamento. Pergunta pra um, pergunta pra outro, pra mais um e ninguém sabe ao certo onde estão os ônibus, informações inúteis vindas dos próprios funcionários do evento, a policia nada sabia e nada fazia era uma mera espectadora em meio a isso tudo. Paramos numa fila para esperar o ônibus que utopicamente nos levaria ao estádio, 3 horas de espera. Frio, fome, impaciência, sede, cansaço. O show acabou as 23h30m esperamos até as 4h30m por uma solução no transporte. Alguns mais revoltados fecharam o caminho para os ônibus fretados com grades e uma pequena fogueira, a essa altura já haviam apagado as luzes, não tinha mais policia, nenhum funcionário com a camisetinha do SWU e da empresa de ônibus foi avistado, ninguém pra dar informação, pra dar um respaldo sobre o que estava acontecendo. Decidimos ir a pé até a rodovia, uma boa caminhada uns 4, 5 km mais ou menos, comendo poeira. Mais 15 minutos atrás de um ônibus. Exaustos pegamos o carro nos estacionamento e voltamos para casa, chegamos as 6 da manhã. Dormimos cansados, com fome, sem banho e desanimados…

 

Dia 2

Um novo dia, segundo da nossa jornada. Acordamos às 12h tomamos banho, um leve café, fomos almoçar na estrada a caminho de Itu. Tudo novamente estacionamento (mas dessa vez fomos um tiquinho mais espertos, pedimos para alguém entrar no carro para pagarmos menos no estacionamento R$30,00), ônibus, entrada do evento, revista, dessa vez o enrosco se deu aqui, 1h20m para passar pela catraca. Ficamos na fila ao som de O teatro mágico (http://oteatromagico.mus.br/), mas não entramos a tempo de vê-los. Pegamos as 4 ultimas musicas do Jota Quest, muita animação, tudo de bom, a mineirada literalmente levantou o publico, não se via um corpo que não pulasse.

Dessa vez ficamos em frente ao palco água, junto a grade e eu não sai para fazer xixi (hehehe). Vimos tudo bem de pertinho…

Saiu Jota Quest, entrou Capital Inicial, que tocou um monte de musicas novas que poucos conheciam, mas quando tocavam os clássicos como Veraneio Vascaína, Natasha, e Fátima todo mundo cantava junto, mas a galera veio a baixo mesmo foi com Que Pais é esse? e Mulher de fases.

Hoje haviam bem mais mulheres do que ontem, foi tudo mais tranqüilo, dava pra sentar e descansar um pouquinho quando o cansaço apertava, não teve tumulto, nem empurra-empurra.

Hora do show do Sublime, tudo muito animado e me surpreendi com a quantidade de gente que conhecia as musicas (eu conhecia só umas 3, mas amei o show).

Em seguida Regina Spektor acalmou todos os ânimos com a suavidade de sua voz e os instrumentos clássicos.

Chegou a vez de Joss Stone, caraca que mulher linda, que carisma, que presença de palco, ela parecia flutuar com seus pés descalços e o vestido esvoaçante . Música gostosa, um balanço agradável, mesmo quem pouco conhecia se deixou levar por sua musica.

Dave Matthews band, o que foi isso, eu não conhecia absolutamente NADA, mas curti muito, instrumentistas incríveis.

Chegou a hora mais esperada da noite (pelo menos por mim), o cenário de palco era mágico, o que anteriormente parecia um monte de metal retorcido mostrou-se ser um mudo de luzes, com uma estrutura que se movia e aumentava de tamanho, com um telão com cenas diferentes da telão normal e em Preto e Branco que também se movia e trocava de lugar de ás vezes. Todo mundo cantando, pulando, batendo palma, dançando. Sem palavras, MARAVILHOSO. Até aqui pra mim foi o melhor. 1h30m de show pouca comunicação com o publico, mas nem precisava, tocaram da melhor forma que podiam e não podemos pedir mais que isso.

Hora de ir embora, e o medo de chegar lá em cima e não ter ônibus novamente. Mas dessa vez estava tudo certo, haviam pelo menos 5 ônibus esperando o pessoal  sair e quando um descia logo encostava outro. Ufa! Fomos no 2º ônibus, estava devagar por causa do grande fluxo de veículos, mas estávamos dentro e andando, em meio hora no máximo estávamos no estacionamento. Chegamos em casa era mais ou menos 1h30m da manhã, pizza 4 queijos, banho e cama…

 

Dia 3

Acordamos as 10h e arrumamos tudo com calma e fomos almoçar na estrada novamente, chegamos cedo no evento porque eu fiz questão de ver Glória tocando, hoje o sol estava a pino, não teve escapatória, no 3º dia tivemos que pagar absurdos para matar a sede e amenizar o calor, coca-cola R$7,00, cerveja R$7,00, mini garrafa de água R$5,00.

Bom, Gloria arrasou, tocaram muito, todo mundo pulando, rodas enormes de bate cabeça.

CrashDiet cabelos irados, visual foda…

Rahzel era um dj que tocou até com a orelha e um cara cantando meio que um Hip Hop, fizeram trechinhos de grandes músicos como Michael Jackson.

Yo La Tengo, eram uns “tios” já, mas com muita atitude.

Cavalera Conspirancy, agitou muito os irmão de peso Max e Igor Cavalera mostraram porque vieram, tocaram musicas do Sepultura além das músicas do novo projeto, e mais rodas eram formadas levantando muito pó.

Avenged Sevenfold foi muito aclamada pelo publico (eu não conhecia). É uma banda meio de nerd cabeludo, saca? Não faz meu estilo, mas eu achei muito legal, fizeram um puta show.

Incubus, bandinha mais suave, deu pra descansar depois de tanta pancadaria, mas nem por isso o publico desanimava, cantavam junto, dançavam.

Queens of the Stone Age demora cerca de 1 hora pra subir no palco, alegaram problemas técnicos, quando entram o telão não funcionava e de onde eu estava  não conseguia enxergar muita coisa, as pernas cansaram e decidi ir lá pra cima tomar uma coca e fazer um xixi. Foi ai que nos demos conta de quanta gente tinha naquele lugar, foi com certeza o dia mais lotado. Sabe quando você anda, anda, anda e não acaba nunca? Então, foi assim… O telão voltou a funcionar, cantei e dancei vendo de longe mesmo.

Pixies no palco, não tinha noção de que tanta gente tinha vindo para vê-los. Show muito animado, mas depois que tocaram a frente do palco água esvaziou o povo todo indo embora. Realmente fiquei impressionada.

Hora do Linkin Park, esperei muito por esse show (desde 2004, quando comprei o ingresso e esperei ansiosa pelo show, mas no dia quebrei o pé e tive q ser submetida a uma cirurgia, perdendo o show), quem como eu esperava pelas musicas antigas se decepcionou.  Muitas músicas novas, a banda quase toda era outra, novos integrantes, uma pegada mais eletrônica, muita musica que eu nunca tinha ouvido, desanimei, fui embora um pouco antes de terminar o show. Pegamos o ônibus rumo ao estacionamento, fomos sentadinhos chegamos rapidão em casa, comemos um hot pocket e fomos dormir. Acabou!

Foi meio perrengue passamos bastante frio, fome, sede, teve alguns momentos horríveis, mas teve também muitos momentos incríveis e valeu a pena cada segundo.

 

 

É eu sumi, andei vivendo… hehehehe

Algumas coisas foram resolvidas, outras tantas se arrastam esperando solução.

Tenho um novo (velho) relacionamento, retomei antigos sonhos que haviam sido deixados de lado, estou em busca de novos projetos para preencher as lacunas da minha vida e para manter a mente ocupada, é preciso manter a cabeça pensando, comprei câmera fotográfica nova que eu tanto queria, vi muitos shows incríveis, passei mais tempo com a minha família… A regra agora é, concentração no agora, não deixe nada para depois…

 

Escrevi essa mesma história sob a minha perspectiva há meses atrás.

Transcrevi nas folhas de um caderno com lágrimas, amor e paixão o nosso romance.

Fiz o que eu podia, o que eu devia para te-lo aqui.

Mas a vida não é como nos contos de fada e o meu tão sonhado “felizes para sempre” teve um fim…

Continuo a minha, a sua, a nossa, essa história assim:

Ele foi embora, a largou ali sozinha, caída e aos prantos. E foi viver uma nova história, uma nova paixão. Já não era mais com ela que sorria, já não era mais com ela que aprendia, havia outra em seu lugar…

A outra o seduziu com um bom sexo e um blá blá blá sem fim…

Ela seguiu tentando ser ao menos uma boa amiga…

Enquanto ele estava na cama da outra, nos braços da outra, com a outra nas mãos, nos olhos e na mente. Ela seguia sofrendo, chorando, sentindo…

Ele se arrependeu, percebeu que não era bem o que queria. Mas não podia simplesmente voltar se já não havia mais paixão. Seguiu confuso e sem saber bem o que queria.

Ela ouviu conselhos de todos os amigos. Diziam para parar de chorar, de sofrer e simplesmente viver. Mas ela seguia esguia.

Certo dia, alguém que ela nem sabia que era especial, disse-lhe as mesmas palavras de todos os outros e acrescentou a palavra linda. E sabe-se lá porque  ela o ouviu. E parou de sofrer e de chorar e voltou a sorrir…

Ela ainda acredita nos contos de fadas e espera o seu “felizes para sempre”.

Não importa mais onde, nem como, porque ou com quem.

Só o que não quer é ter que voltar a sofrer…

(I believe)

Quando você foi embora meu mundo caiu, meu coração se partiu.

Gritei, chorei, sofri…

Tentei por muitas vezes convencer a mim mesma que eu estava bem, forcei mudanças em mim.

Lutei por tudo aquilo que eu sempre quis.

Cansei de lutar, de dar murro em ponta de faca, de tentar te convencer que tudo mudou e decidi desistir, me permiti sentir outras emoções.

Então, você re-apareceu.

Mas mudanças me invadiram e eu re-afirmo: - Ainda te amo!

Porém faço uso de palavras tuas: - Não sei se ainda estou apaixonada por você.

Já nem sei mais o que eu sinto, e isso assusta…

Você vem e me questiona: - O que precisamos pra viver bem juntos?

E aqui eu te respondo: - Além do diálogo… Nos RE-CONQUISTAR! Precisamos apaixonarmos um pelo outro novamente.

Agora eu te pergunto: Como fazemos pra nos apaixonarmos??

Arranquei o teu retrato da parede do meu quarto. Mas de nada adiantou, pois toda vez que fecho os olhos é você que eu vejo (que eu desejo).

Encontrei as nossas fotos num armário empoeirado. Retratavam os dias mais ensolarados e o sorriso em nossos rostos estava estampado.

Já nem sei mais quem está certo ou errado!

Carrego a dor no peito e na memória o teu cheiro

Grito ao céu e a terra (AHHHHHH!!!) Que já não te quero mais.

Choro escondida, Quero deixar tudo pra trás… Voltar no tempo e re-começar

Chega de metiras, De brincar com sentimentos.

Viva a sua vida, Esqueça TODOS os momentos.

Sai da minha casa, Sai da minha vida, Sai por essa porta E leva todo esse tormento…

Grito ao céu e a terra (AHHHHHHH!) Que é só você que eu quero.

Um dia a gente se re-encontra por aí e quem sabe inicia uma nova história…

Hoje em meio a uma brincadeira lá na escola onde eu trabalho (sou professora), percebi que vivi o dobro de coisas que uma pessoa da minha idade deveria viver…

Fizemos uma terapia feminina em grupo. Eu sou do tipo calada, não gosto muito de expor os meus problemas e vivências assim em público, pra qualquer um (por isso as escrevo). Mas, eu ouvi tudo com muita atenção…

Mulheres entre os 45 e 55 anos contando relatos de seus casamentos e sobre a relação afetiva de um modo geral.

E eu, uma garota de 25 anos, já vivi tudo o que elas viveram, já sofri tudo o que elas sofreram…

Alguém me explica como e porque uma coisa dessas acontece?

Hello! Eu sou uma garota…

Quero continuar sonhando…

Quero acreditar que a felicidade existe e que as pessoas são boas…

Será que alguém pode parar de me fazer crescer antes do tempo?

Dá pra deixar a vida seguir a passos mais lentos?

Dá pra diminuir a dor?

Eu só quero sorrir um sorriso sincero…

TRAIR – MENTIR – SOFRER – MORRER – PERDER – SUMIR – ESPERAR – CHORAR são verbos cujos quais não quero mais conjugar…

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